Solo2 Pro para médicos e clínicas

Dados de saúde (art. 9 RGPD) com segredo médico tecnicamente respeitado, não apenas declarado. Comunicação com doentes que não atravessa servidores alheios à sua consulta.

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O que acontece hoje numa consulta que usa o WhatsApp com doentes

Situações que qualquer consulta privada reconhece:

Fotos de exames e análises

O doente envia a foto de uma análise, uma radiografia, um relatório hospitalar. Dados de saúde — os mais sensíveis do RGPD, art. 9 — viajam por servidores cujo modelo de negócio é alheio à saúde. A consulta é responsável pelo tratamento desde o momento em que os recebe.

Resultados e diagnósticos por chat

O doente pergunta por um resultado fora de horas, pede esclarecimento sobre um diagnóstico, partilha uma preocupação. A conversa contém informação clínica identificável. Se o dispositivo se perder ou for partilhado, o segredo médico é comprometido por uma via técnica que não estava prevista no consentimento informado.

Comunicação entre profissionais sobre um doente

Interconsulta com um colega, referenciação a um especialista, segunda opinião, coordenação com o laboratório. A rastreabilidade da informação clínica do doente dilui-se em grupos de WhatsApp com nomes genéricos. Impossível auditar se surgir uma queixa do doente ou um processo da ordem profissional.

O que diz a lei

O segredo médico está protegido pelo Código Penal, pelo Código de Deontologia Médica e especificamente para os dados pela legislação reguladora da autonomia do doente e de direitos e obrigações em matéria de informação e documentação clínica.

Os dados de saúde recebem a máxima proteção do RGPD por estarem no art. 9 (dados especialmente protegidos). O tratamento apenas é lícito em pressupostos taxados — entre eles, a prestação de assistência sanitária por profissional sujeito a segredo. A escolha do canal técnico faz parte das medidas exigidas pelo art. 32 RGPD.

Uma fuga ou um acesso indevido a dados do art. 9 RGPD pode acarretar sanções de até 4% da faturação anual ou 20 milhões de euros — para além da responsabilidade deontológica perante a ordem profissional e da responsabilidade penal pessoal do profissional.

Como o Solo2 Pro o resolve

O conteúdo clínico não passa pelos nossos servidores

A foto da análise, o comentário sobre o diagnóstico, a interconsulta com o colega — viajam diretamente entre dispositivos. Não temos cópia, não temos backup na nuvem, não temos forma técnica de os ler. O segredo médico respeita-se por arquitetura, não por declaração.

Sem identidade pessoal do doente na nossa infraestrutura

O doente identifica-se com um identificador criptográfico pseudónimo. Nós não sabemos o seu nome, o seu número de identificação ou o seu número de processo clínico. O que o doente lhe transmite a si no conteúdo (que não vemos) é entre si e ele.

Etiquetas clínicas locais

Organize os seus túneis com etiquetas locais e cor (revisão pendente, exame enviado, urgente, referenciado). Filtros instantâneos. As etiquetas são apenas suas, nunca se sincronizam ao doente. Vault local cifrado com as 24 palavras do profissional.

Exportação rastreável para processo clínico

Se necessitar de aportar a conversa com um doente ao seu processo clínico eletrónico, a um relatório pericial ou a um processo da ordem profissional, o Solo2 Pro gera um ficheiro com cadeia de custódia técnica. Mais robusto que uma captura de ecrã, integrável como anexo no processo clínico.

Compatibilidade com a sua obrigação deontológica

O segredo médico não se cumpre apenas evitando contar o que sabe — também inclui não facilitar tecnicamente que outros o conheçam. O Solo2 Pro ajuda-o a documentar que cumpriu:

  • Canal cuja arquitetura impede tecnicamente o fornecedor (Menzuri) de aceder ao conteúdo clínico.
  • Cifragem verificável com primitivas públicas (X3DH e Double Ratchet, as mesmas que o Signal).
  • Servidores em território europeu, sem transferências internacionais do conteúdo (que não existe na nossa infraestrutura).
  • Acordo de tratamento de dados assinado com a Menzuri Gestión S.L. com alcance mínimo, porque não tratamos o conteúdo do doente.
  • Identidades pseudonimizadas: na nossa infraestrutura não aparece nenhum dado diretamente identificativo do doente.

Perguntas frequentes

É válido como anexo ao processo clínico?

A exportação seletiva gera um ficheiro com cadeia de custódia técnica que se pode incorporar como anexo. O processo clínico continua a ser o documento principal; o Solo2 Pro complementa, não substitui. A integridade técnica do anexo é verificável por um perito se surgir uma reclamação.

Como funciona para uma clínica com vários profissionais?

O plano de consulta (49 €/mês até 10 utilizadores) cobre tanto a comunicação com doentes como entre profissionais. Cada médico com a sua identidade cifrada própria. As interconsultas internas ficam dentro do ambiente cifrado do escritório, não em grupos de WhatsApp dispersos.

Posso usá-lo com doentes de maior idade que não lidam bem com a tecnologia?

O Solo2 funciona como aplicação web progressiva no navegador — sem App Store, sem registo com telefone, sem palavras-passe iniciais complicadas. O doente recebe uma ligação sua, abre-a, e a ligação estabelece-se. Para idosos com dificuldade técnica, costuma ser mais simples do que registar-se em qualquer serviço.

Fale connosco

Um e-mail para pro@solo2.net contando se é consulta individual ou clínica com vários profissionais, a especialidade e o caso concreto que está a tentar resolver. Responde-lhe sempre uma pessoa da equipa em um ou dois dias úteis.

pro@solo2.net